Your day breaks,
Your mind aches,
You find that all her words of kindness linger on
When she no longer needs you
She wakes up,
She makes up,
She takes her time and doesn't feel she has to hurry
She no longer needs you
And in her eyes you see nothing,
No sign of love behind the tears cried for no one,
A love that should have lasted years
You want her,
You need her,
And yet you don't believe her when she says her love is dead
You think she needs you
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears cried for no one,
A love that should have lasted years
You stay home,
She goes out,
She says that long ago she knew someone, but no ne's gone
She doesn't need him
Your day breaks,
Your mind aches,
There will be times when all the things you said will fill your head
You won't forget her
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears cried for no one,
A love that should have lasted years
(For no one, Paul MacCartney)
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miércoles, 30 de junio de 2010
martes, 13 de enero de 2009
Texto apagado de 08 de janeiro
Essa época de férias escolares (só das escolas dos outros pq eu continuo dando aula) é uma calmaria.
Ruas como as que eu moro permitem até que vc as atravesse! Ruas como a minha que já foram até confundidas com avenidas, deixam você conversar com uma pessoa do outro lado...
Cada um de um ladinho... veja só.
E se você se irritar com algo e por acaso decidir quebrar seu guarda-chuva batendo ele contra o ponto de ônibus, ninguém nem vai ver. Tá todo mundo de férias.
Malditas férias.
Ruas como as que eu moro permitem até que vc as atravesse! Ruas como a minha que já foram até confundidas com avenidas, deixam você conversar com uma pessoa do outro lado...
Cada um de um ladinho... veja só.
E se você se irritar com algo e por acaso decidir quebrar seu guarda-chuva batendo ele contra o ponto de ônibus, ninguém nem vai ver. Tá todo mundo de férias.
Malditas férias.
viernes, 26 de diciembre de 2008
39º
Vamos lá, talvez a febre ajude.
Por onde começo?
Ah sim, sim:
"A burguesia fede!", já disse o mestre Cazuza e as pessoas continuam repetindo num eco anormal e sem um grão de criatividade.
Sim sim...
Pelo amor de Deus, já estamos cansados demais de ouvir em pseudos-poeminhas que a culpa toda é da burguesia e do Sistema (sim, com letra maiúscula porque ele já virou entidade).
Parem um pouco de repetir incansavelmente sem refletir...
Quem é o burguês? Quem é o tal Sistema?
Você já parou pra pensar que enquanto faz sonetinhos dizendo que a culpa é toda do cara riquinho, não está fazendo mais do que prolongar a interminavel divisão das castas? O que se faz com tanto protestinho de fundo de quintal infundado é repetir e repetir feito papagaio ensinado. É isso que o tal "Sistema" tanto quer, a divisão. Você, senhor engajado, é puro Sistema camuflado.
Cai na real, meu amigo, minha amiga inteligente: pregar contra quem tem só mostra o desejo nada oculto de ter também e assim se eleva ad infinitum (como se escreve isso?) o preconceito que já existe de sobra. E tô falando do preconceito não do possuidor e sim daquele que não possui.
Tanto protesto é dor de cotovelo e se não fosse, os "manifestantes" perceberiam que correm por dinheiro, que fazem hora extra por dinheiro, que fazem crediário nas Casas Bahia pra ter a tv que brilha na casa do burguês, pra ter "status". Já foi engolido pelos valores que tanto critica.
E nem nota que o tal "burguês" é mais ou tão escravo quanto o proletário, porque sofre com todo tipo de doença psico-somática e gasta rios de dinheiro lutando contra o stress, já que vive para trabalhar e manter o patrimônio inútil.
É, caro amigo "militante", sinto te informar que o Sistema traiu a todos, pobres e ricos, cada um ferrado de uma maneira.
E sua pseudo-militância não derruba o monstrinho-sistema, só gera mais ódio contra pessoas de classes diferentes.
Quer um conselho?
Comece a escrever sobre o que é universal pra todo ser humano e não sobre as diferenças. Mostrar onde se é igual gera união e não esse ódio que ninguém precisa mais.
Ah, o Cazuza foi um poeta sim, foi sábio em reconhecer a podridão do dinheiro mal usado, mas pelo amor de Deus, tragam algo novo aos saraus e reuniõezinhas culturais.
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domingo, 6 de julio de 2008
Não, eu não sei brincar de guerra.
Não sei usar as armas como se deve.
Disparo gritos em todas as direções e quando vejo minha munição já se foi. Minha metralhadora com balas de festim, palavras inúteis...
E você segue aí, intacto. Protegido por seu escudo de indiferença.
Um mero olhar, ou melhor, um não-olhar e já me tem no chão, rastejando num campo de batalhas cheios de mortos do meu país.
Basta uma palavra, uma única bala que você dispare e é a morte. A redenção do inimigo.
Definitivamente eu não sei brincar de guerra.
(04/07/08)
Un intento de traducción:
No, yo no sé jugar a la guerra.
No sé usar las armas cómo se debe.
Disparo gritos a todas las direcciones y cuando veo mi munición ya se ha ido. Mi metralladora con balas de festín, palabras inútiles...
Y tú sigues ahí, intacto. Protegido por tu escudo de indiferencia.
Una simple mirada, o mejor, una no mirada y ya me tienes al suelo, arrastrándome por un campo de batallas lleno de muertos de mi país.
Basta con una palabra, una única bala que dispares y es la muerte. La redención del enemigo.
Definitivamente no sé jugar a la guerra.
Não sei usar as armas como se deve.
Disparo gritos em todas as direções e quando vejo minha munição já se foi. Minha metralhadora com balas de festim, palavras inúteis...
E você segue aí, intacto. Protegido por seu escudo de indiferença.
Um mero olhar, ou melhor, um não-olhar e já me tem no chão, rastejando num campo de batalhas cheios de mortos do meu país.
Basta uma palavra, uma única bala que você dispare e é a morte. A redenção do inimigo.
Definitivamente eu não sei brincar de guerra.
(04/07/08)
Un intento de traducción:
No, yo no sé jugar a la guerra.
No sé usar las armas cómo se debe.
Disparo gritos a todas las direcciones y cuando veo mi munición ya se ha ido. Mi metralladora con balas de festín, palabras inútiles...
Y tú sigues ahí, intacto. Protegido por tu escudo de indiferencia.
Una simple mirada, o mejor, una no mirada y ya me tienes al suelo, arrastrándome por un campo de batallas lleno de muertos de mi país.
Basta con una palabra, una única bala que dispares y es la muerte. La redención del enemigo.
Definitivamente no sé jugar a la guerra.
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sábado, 24 de noviembre de 2007
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