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lunes, 18 de octubre de 2010
sábado, 2 de octubre de 2010
"Olha nao sou daqui..."
Faz tempo que perdi o roteiro.
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martes, 14 de septiembre de 2010
Su-su-su-sugar town
Blumenau é uma cidade adorável.
Ela foi fundada pelo Dr. Blumenau, que resolveu formar uma colonia alemã nesse buraquinho de Santa Catarina e logo se pirulitou de volta pra Alemanha, pois provavelmente nem ele aguentou ficar.
O sobrenome do fundador também incita à lembraça da palavra blumen, que em alemão significa flor. E aqui há muitas. De cores lindas, raras, em canteiros centrais da cidade, preservadas pela descendência européia que permite uma educação civilizada.
Até a chegada da Oktoberfest. Porque nesses 18 dias de maldição a cidade fica um caos, o trânsito intransitável e os canteiros se convertem em berços de ébrios cansados.
Ah Blumenau...
O que me irrita um pouco por aqui é a bonequice das mulheres, com o perdão da generalização. Não se sabe se é a pouca oferta cultural que propicia uma considerável frequência nos cabeleireiros ou o próprio ar puro que embasbaca um pouco os seres.
Graças à grande valorização da decoração doméstica, seja a pessoa rica, pobre ou nem lá nem cá, a palavra "capricho" é bastante empregada. "Você tem que ver o capricho que é aquela cozinha, como ela esfrega tudo tudo tudo..." Mas nesse ponto não se deve cuspir para cima já que qualquer um, homem ou mulher que pretenda viver só, corre grandes riscos de se converter numa doninha-de-casa-prendada. E como diz um grande amigo, "nunca se sabe".
Ao menos as paisagens são belas e não é cansativo ficar de pé num congestionamento dentro de um ônibus lotado quando se tem algo a contemplar. Porque a modernidade do tráfego também chegou aqui.
O rio Itajaí Açu é um dos cartões postais daqui e às vezes manchete das notícias de jornal, quando ele sobe. A enchente de 2008 que o diga. Mas sem mais alardes, as autoridades locais garantem que isso não ocorrerá de novo e que o rio ainda pode ser plano de fundo das fotos dos turistas.
Afinal, os turistas são fundamentais para a manutenção dessa cidade cenográfica. E viva Truman.
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sábado, 11 de septiembre de 2010
As propagandas da tv local aqui sao tao ruins que parece que estou de férias e logo vou voltar para uma vida normal, onde a publicidade tem alguma noçao...
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domingo, 5 de septiembre de 2010
A casa finalmente vazia.
Fechamos a porta. Eco.
Deixamos para trás mais que uma construçao velha. Deixamos gritos e risos presos nas paredes descascadas. Uma vida...
Mas eu nao sabia que além de um passado tao denso, eu tambem deixava ali meu presente.
Que entrar naquele aviao seria alterar tudo. Que minha nao escolha fosse uma escolha.
Que as tuas lágrimas inesperadas fossem as últimas...
Revista Vida Simples, Legiao Urbana e ceviche.
Eu nunca vou esquecer essa noite.
Fechamos a porta. Eco.
Deixamos para trás mais que uma construçao velha. Deixamos gritos e risos presos nas paredes descascadas. Uma vida...
Mas eu nao sabia que além de um passado tao denso, eu tambem deixava ali meu presente.
Que entrar naquele aviao seria alterar tudo. Que minha nao escolha fosse uma escolha.
Que as tuas lágrimas inesperadas fossem as últimas...
Revista Vida Simples, Legiao Urbana e ceviche.
Eu nunca vou esquecer essa noite.
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martes, 13 de julio de 2010
Chove em São Paulo, finalmente...
Sempre achei maduros os homens que andam com guarda-chuvas. E da última vez que te vi, você levava um.
Mas agora estou indo embora.
Nestas últimas semanas tanta coisa me voltou à mente. Junto com essa chuva, me vem à cabeça as lágrimas de desespero de uma menininha sentada no chão do seu quarto, perguntando por que você não me ama mais?
Hoje existe uma mulher que escreve. Uma mulher de salto alto, empacotando objetos e pensando no futuro....
Sempre achei maduros os homens que andam com guarda-chuvas. E da última vez que te vi, você levava um.
Mas agora estou indo embora.
Nestas últimas semanas tanta coisa me voltou à mente. Junto com essa chuva, me vem à cabeça as lágrimas de desespero de uma menininha sentada no chão do seu quarto, perguntando por que você não me ama mais?
Hoje existe uma mulher que escreve. Uma mulher de salto alto, empacotando objetos e pensando no futuro....
jueves, 17 de junio de 2010
Matizes de cinza
"Cris, eres una víctima de mierda. Una víctima de mierda".
Um grande amigo espanhol dizendo isso com sua voz ácida e risonha. Víctima de mierda.
É isso que sou e o que todo mundo é, na verdade.
Porque escolhi e sigo escolhendo, não há terceiros.
Porque escolhi, não importa quando e nem como, estar no hoje.
Correr nua na chuva fria, contra o vento e contra-mão.
Deixar molhar e queimar, e de resto eu me acolho, eu escolho.
Não há mais culpa minha, culpa tua, culpa dele.
Estamos aí, me dê a mão.
Ou não. Porque seguirei sendo, independente de.
Um grande amigo espanhol dizendo isso com sua voz ácida e risonha. Víctima de mierda.
É isso que sou e o que todo mundo é, na verdade.
Porque escolhi e sigo escolhendo, não há terceiros.
Porque escolhi, não importa quando e nem como, estar no hoje.
Correr nua na chuva fria, contra o vento e contra-mão.
Deixar molhar e queimar, e de resto eu me acolho, eu escolho.
Não há mais culpa minha, culpa tua, culpa dele.
Estamos aí, me dê a mão.
Ou não. Porque seguirei sendo, independente de.
domingo, 23 de mayo de 2010
lunes, 1 de marzo de 2010
Eu quero ler todos os livros do mundo
Ver todos os filmes já feitos
Eu quero falar todas as línguas
Ouvir todas as músicas
Sentir todos os sons e todos os gostos
Ver tudo o que eu não vi e o que eu já vi
Pintar-me de todas as cores
Ser tudo o que eu não fui
Transcender...
E é por isso que tanta coisa já não cabe mais
E é por isso que tanto medo já não pode mais
E é por isso que o agora grita
Ver todos os filmes já feitos
Eu quero falar todas as línguas
Ouvir todas as músicas
Sentir todos os sons e todos os gostos
Ver tudo o que eu não vi e o que eu já vi
Pintar-me de todas as cores
Ser tudo o que eu não fui
Transcender...
E é por isso que tanta coisa já não cabe mais
E é por isso que tanto medo já não pode mais
E é por isso que o agora grita
miércoles, 3 de febrero de 2010
Eu sou o tipo de pessoa para quem você diz: "dê tempo ao tempo" e ela responde: "ok, mas já se passaram quatro horas e nada aconteceu".
Pois bem. Isso de esperar nunca foi comigo, na verdade. Mas acho que é uma das coisas que eu aprendi recentemente. Deixar estar e ser.
Nesse "redemunho" (pra citar Guimarães Rosa) de espera e ação, eu olho para trás e vejo tanta beleza. Também me lembro de que eu mesma disse que a memória é uma trapaceira e completa com flores os espaços que também foram de dor.
Mas isso também é mentira, pra justificar o bem que se perdeu. E eu perdi.
Mas agradeço com muito amor você ter feito parte de tanta coisa linda.
Se não tivesse sido você, creio que eu não seria.
Será que isso alcança?
Pois bem. Isso de esperar nunca foi comigo, na verdade. Mas acho que é uma das coisas que eu aprendi recentemente. Deixar estar e ser.
Nesse "redemunho" (pra citar Guimarães Rosa) de espera e ação, eu olho para trás e vejo tanta beleza. Também me lembro de que eu mesma disse que a memória é uma trapaceira e completa com flores os espaços que também foram de dor.
Mas isso também é mentira, pra justificar o bem que se perdeu. E eu perdi.
Mas agradeço com muito amor você ter feito parte de tanta coisa linda.
Se não tivesse sido você, creio que eu não seria.
Será que isso alcança?
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martes, 2 de febrero de 2010
Se você não tenta a maçaneta, nunca saberá se a porta pode abrir. Muitas portas se fecharam na minha cara, bem o sei.
Mas outras estavam abertas e era apenas uma questão de tentar.
Outras eu confesso que arrombei... e não sei se foi o melhor a fazer.
Só sei que atravessei várias portas, deixei caminhos inteiros para trás quando as fechava detrás de mim. No pasa nada.
Agora eu só queria a chave da porta de casa, mas estou sentindo que esta eu perdi há tempos...
Mas outras estavam abertas e era apenas uma questão de tentar.
Outras eu confesso que arrombei... e não sei se foi o melhor a fazer.
Só sei que atravessei várias portas, deixei caminhos inteiros para trás quando as fechava detrás de mim. No pasa nada.
Agora eu só queria a chave da porta de casa, mas estou sentindo que esta eu perdi há tempos...
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jueves, 21 de enero de 2010
Olhando pela janela do ônibus... todos os arbustos sao iguais...
Passam por mim e sao iguais... sao.
Os santos das igrejas sao iguais de desbotados e todo o ouro nao os cobrem de verdade.
Eu só preciso saber, eu realmente preciso saber.
Por que você nao tira a sua máscara e se mostra...?
Talvez nao haja o que entender, talvez seja assim e fim.
Quisera eu ter essa frieza de dizer boa noite e fechar a porta do quarto.
Passam por mim e sao iguais... sao.
Os santos das igrejas sao iguais de desbotados e todo o ouro nao os cobrem de verdade.
Eu só preciso saber, eu realmente preciso saber.
Por que você nao tira a sua máscara e se mostra...?
Talvez nao haja o que entender, talvez seja assim e fim.
Quisera eu ter essa frieza de dizer boa noite e fechar a porta do quarto.
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lunes, 4 de enero de 2010
¨Por qué tanto perderse, tanto buscarse, sin encontrarse?
Me encierran los muros de todas partes.
Barcelona te estás equivocando,
no puedes seguir inventando,
que el mundo sea otra cosa y volar como mariposa.
Barcelona, hace un calor que me deja fría por dentro,
con este vicio de vivir mintiendo.
Qué bonito sería tu mar, si supiera yo nadar.
Barcelona, mi mente está llena de cara de gente extranjera: conocida, desconocida
y vuelta a ser transparente.
No existo más Barcelona, siendo esposa de tus ruidos,
tu laberinto extrovertido.
No he encontrado la razón, por qué me duele el corazón.
Porque es tan fuerte que sólo podré vivirte en la distancia y escribirte una canción.¨
Me encierran los muros de todas partes.
Barcelona te estás equivocando,
no puedes seguir inventando,
que el mundo sea otra cosa y volar como mariposa.
Barcelona, hace un calor que me deja fría por dentro,
con este vicio de vivir mintiendo.
Qué bonito sería tu mar, si supiera yo nadar.
Barcelona, mi mente está llena de cara de gente extranjera: conocida, desconocida
y vuelta a ser transparente.
No existo más Barcelona, siendo esposa de tus ruidos,
tu laberinto extrovertido.
No he encontrado la razón, por qué me duele el corazón.
Porque es tan fuerte que sólo podré vivirte en la distancia y escribirte una canción.¨
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