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lunes, 18 de octubre de 2010

Isto é Oktoberfest...





sábado, 7 de agosto de 2010

Rua da Consolação, em frente ao cemitério X num dia cinza. Gris. As mãos entrelaçadas novamente, como antes e como nunca. Como eu pensei que nunca mais seria e foi.
Meu sobretudo também cinza e um vento gélido. Teu olhar pedinte, meu coração nervoso.
E o que faremos agora?
E o que faremos?
E o que...?

"Nós trocamos de papel porque o destino é uma puta..."

jueves, 5 de agosto de 2010

"Nunca" é uma promessa.
E é só o que eu posso te dizer agora.

martes, 22 de diciembre de 2009

No caleidoscópio dos meus dias, inventei cores e figuras, cheiros e sabores que só com o tempo se pode criar.
Reiventei um caminho, criei uma picada, cavoquei o solo e encotrei raízes.
Tirei os sapatos, pisei a terra. Deixei a chuva me molhar.
Sangrei só, mas havia flores ao meu redor. Alucinei.
E no meio de um delírio vinha o passado me fantasmear. E eu deixava que os fantasmas viessem e se misturassem às cores das imagens.
No caleidoscópio dos meus dias, há sempre um desenho que se forma, há sempre um desenho inevitável.

viernes, 14 de agosto de 2009

Medo. This is the main word.
Medo e amor, amor e medo.
Açúcar e pimenta, des-sonhos.
Saudade insalubre, dor desenhada no rosto e no peito.
Tempero a mais, María Elena e Antonio de "Vicky Cristina Barcelona". Ou "quem tem medo de Virginia Wolf?"
Quanto sangra uma loucura?
Em mim, por todos os poros...

lunes, 13 de julio de 2009

As coisas se misturam e doem.
Passado, presente e incertezas. Não quero mais sentir dor e medo, não quero mais.


"São duas casas totalmente separadas
A do desejo e da razão
Que se revezam quase religiosamente
Tal qual a luz e a escuridão..."

lunes, 10 de noviembre de 2008

"Não refreie as lágrimas; chore tantas vezes quantas desejar, mas não lamente desesperadamente sua perda. Ao contrário, honre-a vivendo com maturidade. Honre-a enfrentando seus temores. Elogie-a sendo generosa, criativa, afetiva, sincera. Viva com sabedoria. [...] vá em frente! Não tenha medo do caminho, tenha medo de não caminhar!"
(O vendedor de sonhos, Augusto Cury)

lunes, 29 de septiembre de 2008

Grades, cadeados e chaves são seres meramente simbólicos. Elementos psicológicos que nos ajudam a não sucumbirmos ao medo.
Outra noite sonhei que as grades e portões de casa eram feitos de bambus, podres, facilmente quebráveis. Inúteis.
E descobrimos esta manhã que é o que na verdade eles são.
Criaturas vândalas (vulgo brasileiros) conseguiram transpôr as demarcações de território para fazer sua obra de arte.
Sim, é arte, porque é expressão pura dos seus "eus" e refletem toda a merda de que estão compostos.
Paciência. Quando tivermos dinheiro passamos uma tinta na parede e abafamos o caso.
Ou você acredita que votar dá certo?
Rá-rá