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martes, 22 de junio de 2010

E agora, José?

Hace tiempo que comento con la almohada,
Que tal vez si para ti soy una carga,
Hace tiempo que ya no le creo nada
Y he notado tu sonrisa algo cansada.

Con los días se amontonan los momentos,
Que perdimos por tratar de ser sinceros,
Y aunque no me creas creo que aun te creo,
Y aunque no me quieras creo que aun te quiero.

Y yo, perdida entre la confusión,
De no saber si sí o si no,
Voy esquivando tus miradas,
Yo, que he sido tu peor error,
Me quedo con la sensación,
De no tener las cosas claras.

He tocado con la punta de los dedos
Ese cielo que prometes con tus besos,
Como un niño me creí todos tus cuentos,
Y aunqe tu me entiendas yo ya no te entiendo.

Solo quedan los recuerdos de ese invierno,
Que pasamos enterrando sentimientos,
Y aunque no me creas creo que aun te creo,
Y aunque no me quieras creo que aun te quiero.

Y yo, perdida entre la confusión,
De no saber si sí o si no,
Voy esquivando tus miradas,
Yo, que he sido tu peor error,
Me quedo con la sensación,
De no tener las cosas claras.

No he sido yo lo amargo de tu voz,
La mala entre nosotros dos,
Y no pasa nada, si apago la luz,
Y busco y no estas tú,
Si el tiempo no nos dijo adiós,
Y todo se acaba, yo...

Y yo, perdida entre la confusión,
De no saber si sí o si no,
Voy esquivando tus miradas,
Yo, que he sido tu peor error,
Me quedo con la sensación,
De no tener las cosas claras

(Tu peor error, La 5a estación)

martes, 9 de marzo de 2010

Sujeito indeterminado

Na madrugada, amanheço um beijo que eu não dei
pra pensar nele todo espaço de memória que tiver
e não mais dormir
De tarde me floreio nas histórias que quase esqueci
e me deixo estar onde não estive e volto atrás o tempo que for
pra buscar ali a beleza que existiu
Me visto com ela para de noite outra vez me confundir
nos pensamentos labirínticos de uma des-paranóia
De caneta na mão, fujo dos teus olhos indagadores
e das perguntas que nem eu mesma me posso fazer
porque tudo é tão sólido como nuvens desesperadas.

lunes, 16 de febrero de 2009

Especial

"Ahhhh (resmungo)...vai pro seu cobertorzinho...zzzz..."

martes, 13 de enero de 2009

Texto apagado de 08 de janeiro

Essa época de férias escolares (só das escolas dos outros pq eu continuo dando aula) é uma calmaria.
Ruas como as que eu moro permitem até que vc as atravesse! Ruas como a minha que já foram até confundidas com avenidas, deixam você conversar com uma pessoa do outro lado...
Cada um de um ladinho... veja só.
E se você se irritar com algo e por acaso decidir quebrar seu guarda-chuva batendo ele contra o ponto de ônibus, ninguém nem vai ver. Tá todo mundo de férias.
Malditas férias.

viernes, 26 de diciembre de 2008

39º

Vamos lá, talvez a febre ajude.
Por onde começo?
Ah sim, sim:
"A burguesia fede!", já disse o mestre Cazuza e as pessoas continuam repetindo num eco anormal e sem um grão de criatividade.
Sim sim...
Pelo amor de Deus, já estamos cansados demais de ouvir em pseudos-poeminhas que a culpa toda é da burguesia e do Sistema (sim, com letra maiúscula porque ele já virou entidade).
Parem um pouco de repetir incansavelmente sem refletir...
Quem é o burguês? Quem é o tal Sistema?
Você já parou pra pensar que enquanto faz sonetinhos dizendo que a culpa é toda do cara riquinho, não está fazendo mais do que prolongar a interminavel divisão das castas? O que se faz com tanto protestinho de fundo de quintal infundado é repetir e repetir feito papagaio ensinado. É isso que o tal "Sistema" tanto quer, a divisão. Você, senhor engajado, é puro Sistema camuflado.
Cai na real, meu amigo, minha amiga inteligente: pregar contra quem tem só mostra o desejo nada oculto de ter também e assim se eleva ad infinitum (como se escreve isso?) o preconceito que já existe de sobra. E tô falando do preconceito não do possuidor e sim daquele que não possui.
Tanto protesto é dor de cotovelo e se não fosse, os "manifestantes" perceberiam que correm por dinheiro, que fazem hora extra por dinheiro, que fazem crediário nas Casas Bahia pra ter a tv que brilha na casa do burguês, pra ter "status". Já foi engolido pelos valores que tanto critica.
E nem nota que o tal "burguês" é mais ou tão escravo quanto o proletário, porque sofre com todo tipo de doença psico-somática e gasta rios de dinheiro lutando contra o stress, já que vive para trabalhar e manter o patrimônio inútil.
É, caro amigo "militante", sinto te informar que o Sistema traiu a todos, pobres e ricos, cada um ferrado de uma maneira.
E sua pseudo-militância não derruba o monstrinho-sistema, só gera mais ódio contra pessoas de classes diferentes.
Quer um conselho?
Comece a escrever sobre o que é universal pra todo ser humano e não sobre as diferenças. Mostrar onde se é igual gera união e não esse ódio que ninguém precisa mais.
Ah, o Cazuza foi um poeta sim, foi sábio em reconhecer a podridão do dinheiro mal usado, mas pelo amor de Deus, tragam algo novo aos saraus e reuniõezinhas culturais.

lunes, 15 de septiembre de 2008

Obrigada pela carona, mas eu continuei com aquele nó na garganta que só desatou quando pude me sentar no chao e desabar.
Depois minha cabeça gira e os sentidos se confundem, torpor.
Obrigada pelo colo quente, mas o papo é comigo e só comigo mesma de uma vez por todas.
Ah, e escrevo de rosa só porque definitivamente odeio essa cor.

viernes, 1 de agosto de 2008


"...y hasta parecería que ese odio es otro nombre de la libertad..."
(J. Cortázar)

martes, 22 de julio de 2008

Atravessando a rua hoje uma surpresa: uma motorista pára o carro antes da faixa de pedestres me cedendo passagem. Uma educação européia em plena São Paulo, chega até a ser engraçado. E subindo a rua, olho as fachadas das academias em eternas promoções, me lembro que preciso fazer alguma coisa, mexer o físico e depois me lembro das 50 coisas que tenho que fazer hoje, simplesmente não quero nada, mas preciso.
E ando fazendo bem. Tenho lutado como nunca e até diria mais: como ninguém. É, dez dias sem. Me viro bem em meu monociclo. E mesmo quando tudo começa a girar, tudo desobedece, eu tô lá, firme e fraca tirando xerox e pensando em meu trabalho editorial e autoral do material didático que inevitavelmente tenho que produzir. Ojalá me sirva no futuro. Enfim, quase pus o pano de prato no saco da reciclagem e depois me perguntei: por que não? Talvez as pequenas insanidades diárias tragam algo belo noarrastardosdias.
Só sei que a idéia é uma, mas quando sento diante do monitor tudo se cristaliza em breguice.
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Atravesando la calle hoy una sorpresa: una conductora para el coche antes del paso de cebra, concediéndome paso. Una educación europea en plena São Paulo. Llega a ser gracioso. Y subiendo la calle, miro las fachadas de los gimnasios en eternas promociones, me acuerdo de que necesito hacer algo, mover el físico y después me acuerdo de las 50 cosas que tengo que hacer hoy, simplemente no quiero nada, pero lo necesito.
Y sigo haciéndolo bien. Lucho como nunca y hasta diría más: como nadie. Sí, diez días sin. Me las arreglo sola en mi "monociclo". Y aun cuando todo empieza a girar, todo desobedece, toy allí, firme y débil sacando fotocopoias y pensando en mi trabajo editorial y autoral del material didáctico que inevitablemente tengo que producir. Ojalá me sirva en el futuro. En fin, casi puse el paño de cocina en la bolsa de reciclaje y después me pregunté: ¿por qué no? Tal vez las pequeñas insanias diarias traigan algo bello enelarrastrardelosdías.
Lo que sé es que la idea es una, pero cuando me siento delante de la pantalla todo se vuelve cursilería.

viernes, 18 de julio de 2008

159 horas "limpinha".
Pedalando um monociclo na beira do abismo da loucura.
"Só pra ver até quando o motor aguenta."