martes, 8 de marzo de 2011
Bach
sábado, 6 de marzo de 2010
Gracias a la vida
Eu volto dezoito anos no tempo.
jueves, 24 de diciembre de 2009
Relicário
Dani, ou a irmã do coração, ou coselheira de todas as horas
Dani: Aprenda uma coisa na sua vida: tudo o que é baratinho é mais feinho...
Eu: Eu sei, Dan, eu sei...
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Eu: Dani, você sabe que você é minha amiga...snif...esse ano, se não fosse você...Eu te amo...
Dani: Tá, Cris... acho que vou pedir uma água pra você, é melhor...
(e ao fundo algum amigo da Dani: "Ela tá chorando porque a Dani vai se casar???")
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Dani: Falta tão pouco tempo e ainda não compramos nossa cenoura de "prástico"!
Eu: Qualquer coisa nossos bonecos ficam sem nariz...
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"Eu acho que você deveria comprar! É uma pechincha! É um investimento em você!"
(Dani Bonomi)
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Biel, ou força na peruca, ou "tá em casa"
Biel: Cris! A sua vida é um filme de MALmodóvar...
Eu: Eu sei, eu sei...
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Gustavo, ou o urso amigo, ou paciência de raiz
Eu: E é isso, basicamente. Agora conte uma história trágica da sua família pra eu me sentir melhor.
Gu: ...
Eu: Não tem né?
Gu: ...
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Eu: Desculpa a demora, é que fui ajudar meu pai a procurar a bengala... ele vive perdendo ela!
Gu: Que chique! Seu pai usa bengala, eu também quero uma bengala, aliás...
Eu: Não fala isso! Ele sente dores horríveis, faz tempo que ele não dorme direito e vai ter que fazer uma cirurgia séria na coluna.
Gu: Ops... desculpe...
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Lili, ou vida pura, ou catuaba na veia
Lidia: E foi isso... :(
Eu: Mas é isso, Li. É homi. E você sabe, homi é homi.
Lidia: Menino é menino, macaco é macaco.
Eu: E viado é viado...
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"Enquanto você pensa, eu vou fazer cocô".
(Lidia Croce)
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Fábio, ou "que bom que você é meu irmão", ou o lado mais louco da vida
(tum tum tum tum... putz putz putz...)
Eu: Fá, cadê o Ique?
Fábio: Quê?
Eu: O Ique!
Fábio: Vamo! Vamo na The Week!!!
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Nani, ou risadas garantidas, ou amiga desde sempre
Nani: Hahahahahahahahahahahahah!
Eu: Hahahahahahahahahahahahahah!
Nani: Hahahahahahahahahahahahaha!
Eu: Hahahahahahahahahahahahahahah!
(Todo o resto do diálogo foi suprimido por motivos de segurança. Aliás, meus diálogos surreais com a Nani são impublicáveis...)
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"O boneeeeeeco!!!!"
(Elaine Pessotti, mas só Deus sabe em que contexto essa frase foi dita. Só sei que eu ri mto.)
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Gabriel, ou o diplomata do morro, ou ao seu lado me sinto uma vovó...
Ga: Na verdade o meu namoro com a XXXX é uma experiência, pra quando aparecer a pessoa certa eu não fazer nada errado.
Eu: Isso, exercite sobretudo a arte de visitar os pais dela... É a parte mais difícil.... ...............................................................................
Bruno, ou o roteirista da vida, ou por mar ou por terra ou via embratel
Eu: Você existe mesmo então!
Bruno: Existo...
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Eu: Então, que fim levou a tartaruga do seu curta?
Bruno: Ela volta pra dona dela....
Eu: Mas e o menino? Tadinho, já tinha sofrido uma perda...
Bruno: Cris, num bom roteiro temos que fazer o que é melhor para o personagem e não o que ele quer...
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E com vocês eu me sinto um balãozinho de gás hélio!
Eu só tenho a agradecer... E ainda é muito pouco.
Feliz Natal!!!!
martes, 10 de noviembre de 2009
Viver não dói (??????????)
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
(Carlos Drummond de Andrade)
viernes, 4 de septiembre de 2009
martes, 21 de abril de 2009
Primeiras rosas
