"Nunca" é uma promessa.
E é só o que eu posso te dizer agora.
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jueves, 5 de agosto de 2010
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miércoles, 3 de febrero de 2010
Eu sou o tipo de pessoa para quem você diz: "dê tempo ao tempo" e ela responde: "ok, mas já se passaram quatro horas e nada aconteceu".
Pois bem. Isso de esperar nunca foi comigo, na verdade. Mas acho que é uma das coisas que eu aprendi recentemente. Deixar estar e ser.
Nesse "redemunho" (pra citar Guimarães Rosa) de espera e ação, eu olho para trás e vejo tanta beleza. Também me lembro de que eu mesma disse que a memória é uma trapaceira e completa com flores os espaços que também foram de dor.
Mas isso também é mentira, pra justificar o bem que se perdeu. E eu perdi.
Mas agradeço com muito amor você ter feito parte de tanta coisa linda.
Se não tivesse sido você, creio que eu não seria.
Será que isso alcança?
Pois bem. Isso de esperar nunca foi comigo, na verdade. Mas acho que é uma das coisas que eu aprendi recentemente. Deixar estar e ser.
Nesse "redemunho" (pra citar Guimarães Rosa) de espera e ação, eu olho para trás e vejo tanta beleza. Também me lembro de que eu mesma disse que a memória é uma trapaceira e completa com flores os espaços que também foram de dor.
Mas isso também é mentira, pra justificar o bem que se perdeu. E eu perdi.
Mas agradeço com muito amor você ter feito parte de tanta coisa linda.
Se não tivesse sido você, creio que eu não seria.
Será que isso alcança?
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martes, 13 de octubre de 2009
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martes, 6 de enero de 2009
Até o Fauno se perderia
Lendo o conto "El jardín de los senderos que se bifurcan" , do Borges (Ficciones), comecei a pensar em labirintos. Nos labirintos invisíveis do tempo e nos labirintos dos meus pensamentos.
Nestes últimos, só falsas saídas. Placas luminosas dizendo "por aqui", levando a lugar algum. Soluções em forma de comprimidos e cápsulas, todas inúteis.
Quando tudo o que eu precisava, na verdade, era de uma chave.
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lunes, 29 de diciembre de 2008
Já que eu não tenho sono, eu tenho a madrugada e os meus livros. Assim eu me deixo e não falo comigo.
A grande questão são as micro-férias. Porque longe da correria eu parei de me arrastar e me deparei comigo, me olhei.
Começamos a conversar e não nos reconhecemos. Eu e eu. Duas estrangeiras num corpo.
Essa outra parte, sem parar de falar, sem parar de fazer tantas perguntas incômodas sem respostas. Tanta inquisição sutil.
É um espelho que se mostra sem que eu me olhe.
As coisas começam a ter outra cor.
A grande questão são as micro-férias. Porque longe da correria eu parei de me arrastar e me deparei comigo, me olhei.
Começamos a conversar e não nos reconhecemos. Eu e eu. Duas estrangeiras num corpo.
Essa outra parte, sem parar de falar, sem parar de fazer tantas perguntas incômodas sem respostas. Tanta inquisição sutil.
É um espelho que se mostra sem que eu me olhe.
As coisas começam a ter outra cor.
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martes, 22 de julio de 2008
Atravessando a rua hoje uma surpresa: uma motorista pára o carro antes da faixa de pedestres me cedendo passagem. Uma educação européia em plena São Paulo, chega até a ser engraçado. E subindo a rua, olho as fachadas das academias em eternas promoções, me lembro que preciso fazer alguma coisa, mexer o físico e depois me lembro das 50 coisas que tenho que fazer hoje, simplesmente não quero nada, mas preciso.
E ando fazendo bem. Tenho lutado como nunca e até diria mais: como ninguém. É, dez dias sem. Me viro bem em meu monociclo. E mesmo quando tudo começa a girar, tudo desobedece, eu tô lá, firme e fraca tirando xerox e pensando em meu trabalho editorial e autoral do material didático que inevitavelmente tenho que produzir. Ojalá me sirva no futuro. Enfim, quase pus o pano de prato no saco da reciclagem e depois me perguntei: por que não? Talvez as pequenas insanidades diárias tragam algo belo noarrastardosdias.
Só sei que a idéia é uma, mas quando sento diante do monitor tudo se cristaliza em breguice.
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Atravesando la calle hoy una sorpresa: una conductora para el coche antes del paso de cebra, concediéndome paso. Una educación europea en plena São Paulo. Llega a ser gracioso. Y subiendo la calle, miro las fachadas de los gimnasios en eternas promociones, me acuerdo de que necesito hacer algo, mover el físico y después me acuerdo de las 50 cosas que tengo que hacer hoy, simplemente no quiero nada, pero lo necesito.
Y sigo haciéndolo bien. Lucho como nunca y hasta diría más: como nadie. Sí, diez días sin. Me las arreglo sola en mi "monociclo". Y aun cuando todo empieza a girar, todo desobedece, toy allí, firme y débil sacando fotocopoias y pensando en mi trabajo editorial y autoral del material didáctico que inevitablemente tengo que producir. Ojalá me sirva en el futuro. En fin, casi puse el paño de cocina en la bolsa de reciclaje y después me pregunté: ¿por qué no? Tal vez las pequeñas insanias diarias traigan algo bello enelarrastrardelosdías.
Lo que sé es que la idea es una, pero cuando me siento delante de la pantalla todo se vuelve cursilería.
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martes, 8 de julio de 2008
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