Mostrando entradas con la etiqueta inverno. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta inverno. Mostrar todas las entradas
viernes, 24 de septiembre de 2010
domingo, 5 de septiembre de 2010
A casa finalmente vazia.
Fechamos a porta. Eco.
Deixamos para trás mais que uma construçao velha. Deixamos gritos e risos presos nas paredes descascadas. Uma vida...
Mas eu nao sabia que além de um passado tao denso, eu tambem deixava ali meu presente.
Que entrar naquele aviao seria alterar tudo. Que minha nao escolha fosse uma escolha.
Que as tuas lágrimas inesperadas fossem as últimas...
Revista Vida Simples, Legiao Urbana e ceviche.
Eu nunca vou esquecer essa noite.
Fechamos a porta. Eco.
Deixamos para trás mais que uma construçao velha. Deixamos gritos e risos presos nas paredes descascadas. Uma vida...
Mas eu nao sabia que além de um passado tao denso, eu tambem deixava ali meu presente.
Que entrar naquele aviao seria alterar tudo. Que minha nao escolha fosse uma escolha.
Que as tuas lágrimas inesperadas fossem as últimas...
Revista Vida Simples, Legiao Urbana e ceviche.
Eu nunca vou esquecer essa noite.
Marcadores:
Amor,
Blueberry,
cidade gris,
Dor,
eu ando pelo mundo,
inverno,
perdida
domingo, 8 de agosto de 2010
Um de cada lado do espelho

O amor e o ódio são gêmeos.
Na verdade, são seres fundidos e eu diria que um só existe porque o outro existe também.
Hoje eu sou só ódio.
Não há uma célula em mim que não queria a destruição e não deseje a dor.
A minha pulsão de vida vem do animal agonizante que carrego dentro.
Maldita e bendita a minha intução de sempre fazer a pergunta exata.
Marcadores:
Dor,
inverno,
minhas-calças-vermelhas-meu-casaco-de-general
domingo, 23 de mayo de 2010
martes, 24 de noviembre de 2009
miércoles, 4 de noviembre de 2009
Parem a ciranda, que eu quero descer
Eu aprendi, nos últimos tempos, que quando alguém te diz "sim", você deve balançar a cabeça e dar um daqueles sorrisos guardados para momentos kodak.
Mas sem acreditar nisso, nem por um segundo. Porque os sins se transformarão em talvezes amanhã, e em definitivamente nãos na semana que vem.
Portanto, eu só confio em Deus e em meus próprios passos, que vou dando com pernas brancas e cambaleantes, por um caminho incerto que vou construindo aos pouquinhos...
Mas sem acreditar nisso, nem por um segundo. Porque os sins se transformarão em talvezes amanhã, e em definitivamente nãos na semana que vem.
Portanto, eu só confio em Deus e em meus próprios passos, que vou dando com pernas brancas e cambaleantes, por um caminho incerto que vou construindo aos pouquinhos...
Marcadores:
alucinações,
Dor,
Existencialismo,
inverno
sábado, 10 de octubre de 2009
Eu já deveria saber que é melhor assim
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
(F. Pessoa)
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
(F. Pessoa)
viernes, 9 de octubre de 2009
Contrariando todas as probabilidades da lógica
E contrariando todos os meus princípios de equilíbrio, causa e efeito e noves fora.
Fiquem com suas realidades, que eu fico assim.
And this is ironic... don't you think?
Fiquem com suas realidades, que eu fico assim.
"Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber"
And this is ironic... don't you think?
Marcadores:
alucinações,
Blueberry,
Diálogos (su)reais,
Guionería,
inverno
sábado, 19 de septiembre de 2009
Dessa vez, eu sei que foi de vez, pra não mais.
E isso só me traz a constatação de que mais nada vai machucar assim, mais nada pode doer tanto.
Se aparece mínima possibilidade de lágrima, saio pela tangente e canto outra canção, baby.
Porque a Clarice já disse o que eu ia dizer agora: "eu sou mais forte do que eu".
E isso só me traz a constatação de que mais nada vai machucar assim, mais nada pode doer tanto.
Se aparece mínima possibilidade de lágrima, saio pela tangente e canto outra canção, baby.
Porque a Clarice já disse o que eu ia dizer agora: "eu sou mais forte do que eu".
viernes, 14 de agosto de 2009
Medo. This is the main word.
Medo e amor, amor e medo.
Açúcar e pimenta, des-sonhos.
Saudade insalubre, dor desenhada no rosto e no peito.
Tempero a mais, María Elena e Antonio de "Vicky Cristina Barcelona". Ou "quem tem medo de Virginia Wolf?"
Quanto sangra uma loucura?
Em mim, por todos os poros...
Medo e amor, amor e medo.
Açúcar e pimenta, des-sonhos.
Saudade insalubre, dor desenhada no rosto e no peito.
Tempero a mais, María Elena e Antonio de "Vicky Cristina Barcelona". Ou "quem tem medo de Virginia Wolf?"
Quanto sangra uma loucura?
Em mim, por todos os poros...
Marcadores:
alucinações,
Blueberry,
Dor,
inverno,
Medo
domingo, 9 de agosto de 2009
Estoy tan cansada de las canciones de amor
Os vidros dos ônibus refletem espectros. Seres que já não estão mais, mas continuam.
Fnac: seção de eletrônicos. Quem diria, eu lá? Você não diria.
Sozinha, olhando com calma, com um interesse que nem eu diria. Então eu ri.
Julieta Venegas tocando ao fundo, só pra machucar um pouquinho mais.
"Se fosse só sentir saudades, mas tem sempre algo mais. Seja como for, é uma dor que dói no peito..."
Fnac: seção de eletrônicos. Quem diria, eu lá? Você não diria.
Sozinha, olhando com calma, com um interesse que nem eu diria. Então eu ri.
Julieta Venegas tocando ao fundo, só pra machucar um pouquinho mais.
"Se fosse só sentir saudades, mas tem sempre algo mais. Seja como for, é uma dor que dói no peito..."
viernes, 7 de agosto de 2009
"Eu não posso mais viver sem mim"
"Se eu queria enlouquecer, essa é minha chance..."
Já desisti de me perguntar o porquê e sigo. Não importa para onde, mas sigo.
Se dói eu seco as lágrimas, aperto o passo, respiro fundo...
Na queda livre eu abri meu pára-quedas, que para minha surpresa tinha a minha cara estampada.
Thanks God for me.
(Súbita auto-estima, juro que estou sóbria... haha)
Já desisti de me perguntar o porquê e sigo. Não importa para onde, mas sigo.
Se dói eu seco as lágrimas, aperto o passo, respiro fundo...
Na queda livre eu abri meu pára-quedas, que para minha surpresa tinha a minha cara estampada.
Thanks God for me.
(Súbita auto-estima, juro que estou sóbria... haha)
Marcadores:
alucinações,
Blueberry,
Dor,
inverno
martes, 14 de julio de 2009
:(
Cada vez que yo me voy
Llevo al lado de mi piel tus fotografías
Para verlas cada vez
Que tu ausencia me devora entero el corazón
Y yo no tengo remedio más
Que amarte...
En la distancia te puedo ver
Cuando tus fotos me siento a ver
en las estrellas tus ojos ver
Cuando tus fotos me siento a ver
Cada vez que te busco te vas
Cada vez que te llamo no estás
es por eso que debo decir que tu solo en mis fotos estas(BIS)
Cuando hay un abismo desnudo que se pone entre los dos
Yo me valgo del recuerdo taciturno de tu voz
Y de nuevo siento enfermo este corazón
Que no lo quede remedio mas que amarte
En la distancia te puedo ver
cuando tus fotos me siento a ver
en las estrellas tus ojos ver
Cuando tus fotos me siento a ver
Cada vez...
(Juanes y Nelly Furtado)
Llevo al lado de mi piel tus fotografías
Para verlas cada vez
Que tu ausencia me devora entero el corazón
Y yo no tengo remedio más
Que amarte...
En la distancia te puedo ver
Cuando tus fotos me siento a ver
en las estrellas tus ojos ver
Cuando tus fotos me siento a ver
Cada vez que te busco te vas
Cada vez que te llamo no estás
es por eso que debo decir que tu solo en mis fotos estas(BIS)
Cuando hay un abismo desnudo que se pone entre los dos
Yo me valgo del recuerdo taciturno de tu voz
Y de nuevo siento enfermo este corazón
Que no lo quede remedio mas que amarte
En la distancia te puedo ver
cuando tus fotos me siento a ver
en las estrellas tus ojos ver
Cuando tus fotos me siento a ver
Cada vez...
(Juanes y Nelly Furtado)
Marcadores:
alucinações,
Blueberry,
Dor,
inverno
viernes, 19 de junio de 2009
Insônia, pensando na volta do que não foi e na estância daquele que realmente nunca esteve.
Dor, buraco no peito que me engole de madrugada e encharca rosto, travesseiro, cabelo e alma.
Por quê?
Lembrar deste sempre que é nunca e do nunca que foi sempre... sempre foi.
"Quando tudo ainda é nada
Quando o dia é madrugada
Você gastou sua cota...
Eu não posso te ajudar
Esse caminho não há outro
Que por você faça
Eu queria insistir
Mas o caminho só existe
Quando você passa...
Quando muito ainda é pouco
Você quer infantil e louco
Um sol acima do sol
Mas quando sempre
É sempre nunca
Quando ao lado ainda
É muito mais longe
Que qualquer lugar..."
Dor, buraco no peito que me engole de madrugada e encharca rosto, travesseiro, cabelo e alma.
Por quê?
Lembrar deste sempre que é nunca e do nunca que foi sempre... sempre foi.
"Quando tudo ainda é nada
Quando o dia é madrugada
Você gastou sua cota...
Eu não posso te ajudar
Esse caminho não há outro
Que por você faça
Eu queria insistir
Mas o caminho só existe
Quando você passa...
Quando muito ainda é pouco
Você quer infantil e louco
Um sol acima do sol
Mas quando sempre
É sempre nunca
Quando ao lado ainda
É muito mais longe
Que qualquer lugar..."
Marcadores:
alucinações,
Dor,
inverno
martes, 16 de junio de 2009
"...envelheci dez anos ou mais, neste último mês..."
Marcadores:
alucinações,
Blueberry,
Dor,
inverno,
solidão
viernes, 12 de junio de 2009
Marcadores:
Dor,
Futuro do pretérito,
inverno
martes, 19 de mayo de 2009
prendida en tus dedos
Assim, quando me tens estampada nos teus dedos, frágeis fortes dedos, tudo é e pode ser. Desliza tão fácil e sutil.
Desenhada nas linhas de tuas mãos, sou tão manuseável... me apagas e retraças meus traços que se confundem já com as linhas de nossos destinos...
De repente, como um pensamento líquido deslizo pelos teus braços e logo pelo resto de teu corpo.
Encontro o chão e depois...
Para onde fui?
You tell me.
Desenhada nas linhas de tuas mãos, sou tão manuseável... me apagas e retraças meus traços que se confundem já com as linhas de nossos destinos...
De repente, como um pensamento líquido deslizo pelos teus braços e logo pelo resto de teu corpo.
Encontro o chão e depois...
Para onde fui?
You tell me.
Marcadores:
alucinações,
Blueberry,
Dor,
inverno,
perdida
Suscribirse a:
Entradas (Atom)